O Jornal Igreja Nova nasceu de uma necessidade de dar vez e voz a todos os cristãos, especialmente leigos e leigas católicas que querem expressar livremente (como devem ser os filhos e filhas de Deus), seus pensamentos.

Somos cristãos, católicos por convicção e de livre adesão, assumindo nossa condição de batizados.

Cremos que o jornal é um serviço de amor à Igreja, na medida em que permite que a verdade venha à superfície, à luz, no mais puro preceito evangélico e que as distorções, inerentes a todo corpo social de qualquer instituição (pois não é privilégio de nossa   Igreja), possam como devem, ser corrigidas.

Embora o caminho percorrido, muitas vezes nos leve a sofrer calúnias e difamações, temos a plena consciência de que isso faz parte da missão evangelizadora e que, todo caminho que busca a mudança, desperta sentimentos adversos.

E é exatamente isso que dá autenticidade à missão, esta sim, imbatível e indiscutível, na medida que não se furta à renovação que se fizer necessária na construção do Reino (Cf .Mt 10,16-20 , 26-27).

A nossa visão de Igreja, transcende à obediência cega a atitudes administrativas questionáveis, sob a ótica do Evangelho, quer advenham de padres ou de bispos.

Afinal, o próprio Jesus só reconhecia a autoridade, quando ela se colocava a serviço da comunidade, usando a prática do diálogo.

Todos os nossos artigos são assinados e os editoriais assumidos em conjunto pelo grupo, do qual consta nomes e endereços no expediente de todas as publicações.

Nada fazemos às escuras, nada. Nosso trabalho é reconhecido, elogiado ou criticado, graças a Deus, e ganha a cada dia mais respeito pela verdade e seriedade com que os assuntos são tratados.

Temos entre nossos colaboradores de artigos e entrevistas, cardeais, arcebispos, bispos, padres, religiosos e religiosas, teólogos, filósofos, animadores de comunidades, líderes de movimentos, leigos engajados em trabalhos comunitários e paroquiais, pessoas do mais alto gabarito, de reconhecimento    local , regional, nacional e internacional, enfim uma representação da Igreja como Corpo de Cristo, vivo e atuando no mundo dos homens e das mulheres, onde se desenrola a vida.

Reafirmamos nossa comunhão a esta Igreja e ao seu pastor maior visível, o papa João Paulo II.

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CONSELHO EDITORIAL